23 de abril de 2017

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Brasil: Gobierno del FMI-Lula son los culpables.

ESCALADA DE CRIMENES CONTRA LOS POBRES

27 de julio de 2005

Comunicado de la Liga de campesinos pobres y la Liga Obrera

O sofrido mas bravo e heróico povo brasileiro, que a cada dia vence mais uma batalha na difícil luta pela sobrevivência, além de enfrentar o desemprego, o miserável salário mínimo, o arrocho salarial, a falta de atendimento médico, de moradias, de escolas, de saneamento básico, etc e etc, cotidianamente é acossado pela violência do genocida Estado brasileiro. O Estado brasileiro, dominado pela grande burguesia e pelo latifúndio, classes serviçais da dominação imperialista em nosso país é um Estado opressor, marcado por cinco séculos de crimes de lesa pátria, torturas e crimes contra o nosso povo.

Atualmente gerenciado pelo oportunista Luís Inácio - alcunhado por alguns como “Cavaleiro da Esperança”, no ínicio do seu governo - o governo FMI-Lula têm dado a senha para o aguçamento de crimes terríveis que assolam o nosso solo. O sangue camponês e operário tem sido cada vez mais derramado pela sanha assassina das hordas policiais-militares e milícias do latifúndio. Nas cidades são os assassinatos diários nas favelas e bairros pobres cometidos pelas polícias, são os despejos, são as mortes devido a fome, a falta de atendimento nos hospitais públicos, os acidentes de trânsito na sucateada malha viária do país, etc. Nos campos são os assassinatos de camponeses e apoiadores da luta pela terra cometidos também pelas hordas policiais e pelas milícias que agem impunemente a serviço do decrepito latifúndio.

O assassinato de vários trabalhadores sem teto na Comunidade “Sonho Real”, em Goiânia, na quarta-feira, dia 16 de fevereiro de 2005, perpetrado pelas tropas da polícia militar de Goiás, deixa claro a culpa e participação das chamadas autoridades estaduais, o governador Marconi Perillo (PSDB), prefeito Irís Rezende (PMDB) e também o governo federal, governo FMI-Lula (PT-PCdoB-etc). Também de todas demais autoridades envolvidas nos crimes cometidos contra os trabalhadores e lideranças em todo o Brasil.

Segundo informações de moradores da Comunidade “Sonho Real”, foi presenciado a PM assassinar várias pessoas, em torno de quinze; um número bem superior as duas mortes assumidas pela polícia. Segundo esses mesmos moradores a polícia estaria consumindo com os corpos. Mais de 26 pessoas estão desaparecidas. O crime cometido por essas pessoas foi o de ser pobres, não ter um teto e estarem desde maio do ano passado, lutando pela dignidade de suas famílias, pelo sonho de conquistar um pedaço de chão para construir suas casas. Muitos investiram tudo o que tinham - seus parcos recursos e o minguado 13º salário - na construção de casas de alvenaria em busca de um sonho real.

O heróico povo da Comunidade “SONHO REAL” resistiu bravamente, opondo seus corpos, barricadas de pneus, paus e pedras, contra a barbárie, tiros e bombas, da covarde tropa da polícia militar. Mais de 800 pessoas foram torturadas e presas, incluindo mulheres e crianças. Trinta e sete pessoas permanecem ilegalmente presos e foram indiciadas 132.

Durante o período eleitoral, o candidato à prefeito de Goiânia, Irís Rezende - PMDB e o governador Marconi Perillo - PSDB, não cansaram de dizer para as milhares de famílias acampadas que não autorizariam a desocupação da área e que todos poderiam construir suas casas. Também em sua campanha eleitoral, Lula prometeu a construção de moradias para os pobres.

Passadas as eleições, veio a autorização para a ação covarde e criminosa da tropa de mais de 2.500 policiais fortemente armados que invadiram o bairro numa ação idêntica a invasão das hordas de militares assassinos ianques, em Bagdá. Foi a maior operação policial já realizada em Goiás. Na noite do dia anterior, (dia 15), a PM despejou no acampamento centenas de bombas, numa denominada “Operação Inquietação”, que antecedeu ao ataque e que causou pavor nas milhares de crianças do acampamento. Parecia uma noite de ataque aéreo no Iraque. A PM denominou a macabra operação de ataque as famílis pobres de “Operação Triunfo” e isolou a imprensa a um quilômetro de distância do bairro “Sonho Real”. Mesmo assim, alguns jornalistas conseguiram furar o cerco e filmar as atrocidades cometidas pela tropa que, com veículos de guerra e militares pintados com tinta preta nos rostos, uniforme camuflados e armados de pistolas, escopetas, revolveres, fuzis, com munição letal, investiram contra as famílias pobres; arrombaram portas, destruíram e queimaram casas, espancaram e mataram trabalhadores, incluindo crianças (quinze pessoas conforme relato de moradores).

O comandante da criminosa operação policial, coronel Marciano Queiroz, teve o desplante de declarar: “A “Operação Triunfo” foi um sucesso”. Segundo a hipócrita declaração do tenente coronel, Carlos Antônio Elias, assessor de imprensa da PM, os disparos que assassinaram os pobres da comunidade “Sonho Real”, não foram efetuados por policiais militares, pois eles não usavam armas de fogo na área onde as vítimas foram encontradas. As imagens de televisão e as fotos dos PMs disparando armas letais contra o povo desmentem cabalmente essa hipócrita versão policial.

Mais canalha ainda, é o secretário nacional de direitos humanos do governo FMI-Lula, Nilmário Miranda, que participou da monitorização do clima de tensão no condomínio “Sonho Real”, Parque Industrial Oeste de Goiânia, e participou, através do seu secretário adjunto, Mauro Mamede, de todo planejamento da macabra e criminosa operação de despejo das mais de 12 mil pessoas pobres e sem-casa que ocupavam a área. Em declaraçao ao jornal ESTADO DE MINAS, do dia 17 de fevereiro, após os crimes cometidos pela PM, perguntado sobre a desocupação do bairro Sonho Real, em Goioânia, o canalha Nilmário Miranda teve o descaramento de dizer: “não há nada que indique que houve mais feridos e mortos ou aponte para excessos ou abusos durante a operação”.

Os trabalhadores mortos, algemados e torturados, lembram as cruéis cenas das torturas e assassinatos perpetradas pelos militares ianques contra os prisioneiros da Resistência Iraquiana na Prisão de Abu Graib.

Durante o velório dos companheiros sem-casa assassinados pela PM, os jovens VAGNER DA SILVA MOREIRA, 21 anos, e PEDRO NASCIMENTO SILVA, de 27, novamente o povo pobre foi vítima de mais um ataque policial. Policiais secretos se infiltraram, tentaram prender um dos líderes do movimento do lado de fora da catedral de Goiânia e dispararam tiros e apontaram armas contra a população. Viaturas da PM, até então ocultas, tomaram as ruas ao redor da igreja. “Não havia pior momento para a polícia aparecer. Foi muito cruel, bem na hora em que os caixões iam deixar a catedral”, disse Fábio Fazzion, da Casa da Juventude, que apóia o movimento dos sem-casa. O povo indignado pôs os policiais infiltrados pra correr e transformou o funeral num ato de protesto.

A demolição de casas no Condomínio SONHO REAL, suspensa dia 19 de fevereiro, sábado, diante de possível acordo para assentamento das famílias sem-casa, foi criminosamente retomado. A medida foi determinada pelo juiz Gilmar Coelho, da 10ª Vara Cível.

Após terem jogado ao relento mais de doze mil pessoas, assassinado, torturado e massacrado, agora o prefeito Iris Rezende e o governador Marconi Perillo discutem a proposta para retorno das famílias despejadas ao Parque Oeste, com a compra ou a desapropriação do imóvel.

Segundo informações do jornal “Diário da Manhã”, do dia 22/2, funcionários e máquinas da prefeitura já demoliram cerca de 90% das construções, que no total era de 1.782 construções.

Com truculência e arbitrariamente, a PM levou móveis, objetos e eletrodomésticos para o galpão municipal, no Setor Santa Genoveva, e derrubou as construções. Após o recolhimento dos móveis, as famílias são submetidas ao vexame de ter 30 dias para retirar os bens, sob pena de alienação e doação do produto da venda para entidades filantrópicas.

A PM concluiu a macabra “Operação Triunfo”, após cinco dias na área ocupada, com a demolição do restante das casas e barracos construídos na invasão.

Durante a manhã do dia 22, a tropa de covardes da PM ainda acompanhou a mudança de mais 169 famílias de sem-teto. À tarde os moradores foram proibidos de entrar na invasão. Cerca de 30 funcionários da Agência Estadual de Habitação (Agehab) e da Companhia Municipal de Obras (Comob) assumiram a tarefa de retirar os móveis deixados na área. Acompanhados de carregadores e policiais, eles listaram e identificaram os pertences deixados pelos invasores.

As mudanças vão ser transferidas para uma área de aproximadamente 800 m2 no depósito da prefeitura. A identificação dos móveis é feita por etiquetas coloridas de acordo com as quadras definidas em um mapa da invasão.

O plano da policia, após as mudanças forçadas e a derrubada das construções, é de entregar o controle da área aos oficiais de justiça, finalizando o cumprimento do mandado de reintegração de posse iniciado no último dia 16.

No início da manhã do dia 22/2, cinco patrolas - contratadas por proprietários da área invadida no Parque Oeste Industrial, em Goiânia - reiniciaram a demolição das construções no local. Nas ruas desertas do Sonho Real, a única movimentação na tarde de ontem era a de caminhões de mudança, que trasportavam o que restou dos parcos pertences dos moradores do local. As casas onde os pertences já haviam sido retirado foram identificadas com sinais, marcados com tinta spray azul. O mau-cheiro dos restos de comida, abandonados nas geladeira das casas sem energia, toma conta das vielas de terra.

Escoltados por policiais, armados até os dentes, alguns caminhões estacionavam frente às casas a serem desocupadas - marcadas por um sinal no formato de um círculo. Patrolas levavam ao chão as casas, ao redor, marcadas com um “x” - as construções vazias eram identificadas com essa marca.

O choro de raiva, que há três dias era por causa das explosões e tiros, agora é por angústia de não saber para onde levar o que restou. “Vim pegar minhas coisas para não deixar para outro carregar, mas não tenho nem idéia para onde vou levar”, conta, com os olhos marejados, o pedreiro Luis Nazareno da Silva, 46.

Um grupo de policiais militares acompanhou cada retirante que deseja fazer a mudança. O motivo, segundo os PMs, é para evitar saques. “Nosso dever aqui é preservar a propriedade e garantir que cada morador leve apenas o que é seu”, diz um policial, que não quis se identificar.

O governo de Goiás organizou força-tarefa composta por órgãos da administração estadual, como Secretaria das Cidades, Agehab, Secretaria de Cidadania, entre outros. O objetivo alegado é prestar assistência às famílias que saíram da área ocupada no Parque Oeste Industrial e estão alojadas em dois ginásios da Capital. Depois de massacrar, assassinar e manchar de sangue o justo SONHO REAL de MORADIA, essas autoridades canalhas e hipócritas divulgam ter “preocupação com assistência social”. Seria cômico, não fosse trágico!

Nos últimos dias foi noticiado no mundo inteiro, o assassinato da freira Doroth Stang. Em seqüência foram também covardemente assassinados o colono Adalberto Xavier Leal, e encontrado, dia 15, mais um trabalhador rural assassinado em Anapu. É o terceiro morto no local desde sábado, dia 12/fevereiro. Na manhã do dia 15, foi também covardemente assassinado no estado do Pará, o ex-presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Parauapebas, Soares da Costa Filho.

Assim como ocorreu com a Chacina dos fiscais da DRT, em Unaí-MG e o assassinato de cinco camponeses pobres e treze feridos (inclusive crianças) em Felisburgo-MG, após os crimes, autoridades do governo correram para a região com todo o aparato policial num engodo de buscar os assassinos. No caso de Unaí, os fiscais já haviam denunciado ao delegado regional do Trabalho de MG, Carlos Calazans e a outras autoridades do Ministério do Trabalho as ameaças de morte feitas pelos latifundiários Antério e Norberto Mânica, mas nada foi feito para garantir a vida dos fiscais. Depois de consumado o crime e caído no esquecimento da mídia, um dos mandantes - Antério Mânica - foi eleito prefeito pela coligação PSDB-PT.

No caso de Felisburgo, os trabalhadores também já haviam feito várias denuncias e registrado queixas na delegacia da polícia civil da cidade, mas também nada foi feito para impedir os crimes do latifúndio. Agora o mandante, o latifundiário Adriano Chafik Luedy, está na eminência de ser solto, conforme denúncia da CPT-MG, sendo que três dos pistoleiros assassinos contratados por Chafik já foram beneficiados pela juíza da comarca de Jequitinhonha (MG) e aguardam o julgamento em liberdade.

No Pará, a freira Doroth Stang, e o sindicalista Soares da Costa Filho também haviam feito denúncias das ameaças de morte que sofriam e nada foi feito pelas chamadas autoridades estaduais e do governo federal. Essas e muitas outras denúncias também foram feitas à Secretaria Nacional de Direitos Humanos, especificamente ao Secretário Nacional, Nilmário Miranda - PT, que sempre declara que vai resolver o problema. Mentira! De nada adiantam as denúncias feitas ao Secretário, ele apenas aparece na mídia como pau mandado do governo e do latifúndio para colocar panos quentes depois que as atrocidades acontecem e anunciar a abertura de inquéritos para investigar os crimes. Os inquéritos nunca apontam um culpado e sua morosidade é desculpa para que não sejam concluídos acobertados pelo desinteresse da mídia em acompanhar essas questões a longo prazo. E o canalha Nilmário ainda dá declarações aliviando a culpa dos governantes e da polícia.

Durante muitos anos, Lula e seus comparsas do PT enganaram os eleitores dizendo que quando chegassem no poder resolveriam os problemas do povo. Na sua posse disse que no Brasil tinha espaços para latifundiários e camponeses pobres. E Passados mais de dois anos de sua posse, continuam os camponeses pobres mais pobres, os desempregados desem-pregados, os sem teto sem teto, os pequenos produtores perdendo o pouco que ainda tinham, e pequenos e médios empresários indo a falência. Por outro lado, o governo FMI-Lula dá todas benesses para o FMI, banqueiros, latifundiários, grandes industriais e banqueiros e realiza negócios em outros países para enriquece-los ainda mais. Cria incentivos e investimentos para a minoria de ricaços e alardeia um crescimento econômico, quando na verdade o que cresce é a concentração da riqueza por poucos, a miséria de milhões e a repressão e assassinatos de operários e camponeses pobres.

O governo FMI-Lula manteve o decreto de FHC que criminaliza a luta pela terra; o seu Ouvidor Agrário, Gercino José da Silva Filho, tem participado de reuniões em quartéis da policia militar junto com latifundários, como as reuniões da chamada “Comissão Paz no Campo” no estado de Rondônia. Ele junto com a polícia e em conluio com latifundiários têm ameaçado e mandado prender camponeses pobres.

Neste atual momento, sua Ouvidora adjunta e atual superintendente do Incra em Pernambuco está executando ataques contra os camponeses pobres em assentamentos no interior do estado, além de várias outras armações para crimi-nalizar trabalhadores rurais. Ao mesmo tempo, vários juizes delinqüentes, algozes do sistema, continuam despachando liminares de reintegração de posse para latifundiários e especuladores imobiliários que dominam a terra roubada dos pobres ou que devem milhões de impostos. Esses ricos criminosos ainda são protegidos pelas chamadas autoridades.

Tudo isto demonstra que estamos vivendo em um momento de circunstâncias muito graves - muito próximas ao fascismo! (Não nos esqueçamos que Mussolini foi do Partido Socialista, da Itália, e Hitler foi do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães).

Enquanto Lula, embevecido com seu novo avião de 150 milhões de reais, novamente viaja ao exterior, o Brasil pega fogo e a receita do governo (comandado pelo vice José Alencar, latifundiário detentor de mais de 22 mil hectares no norte de Minas) é enviar tropas do exército, tratando novamente de criminalizar as lutas populares. O povo brasileiro, ao contrário do que apregoa a mídia entreguista, tem memória e não se esquece dos crimes cometidos na região do Pará/Tocantins, e em todo o país, durante o famigerado gerenciamento militar.

Em seu tempo, o governador mineiro, Benedito Valadares, diante de uma situação de greve e instado pelos reacionários a enviar um trem lotado de tropas da polícia contra os grevistas, disse “é melhor enviar o trem pagador!”

Por que ao contrário de enviar tropas do Exercito ao Pará, o governo não decreta sumariamente a expropriação das terras do mandante do crime contra a freira, contra os camponeses e sindicalistas? É de conhecimento público que o mandante do crime tem uma dívida de 30 milhões com o IBAMA! Como pode o governo ser tão leniente com os latifundiários e tão feroz contra os camponeses?

Em Pernambuco, no assentamento em Quipapá, desembarcou uma “força tarefa” e efetuou prisões de trabalhadores rurais. A superintendente estadual do Incra, Maria de Oliveira, ainda teve o desplante de anunciar que vai pedir a participação do Exército para efetuar ação de desarmamento... Certamente não serão desarmados os latifundiários que como demonstram a chacina dos fiscais do Trabalho, em Unaí e a chacina dos camponeses de Felizburgo - MG, as chacinas no Pará, Rondônia, entre tantos outros crimes, estão fortemente armados e respaldados para continuar a cometer todos tipos de crimes contra os pobres.

As chacinas de Anapu, Parauopebas e Eldorado dos Carajás, no Pará; Unaí e Felisburgo, em Minas Gerais; Corumbiara, em Rondônia; Vila Bandeira Vermelha, em Betim-MG; Sonho Real, em Goiânia-Goiás; e tantas outras pelo País tem a mesma raiz: este Estado burguês-latifundiário, serviçal do imperialismo, genocida e repressor, com políticos canalhas e corruptos. Assassinos de escravos, conjurados, canudenses, araguaios, e tantos outros mártires do nosso querido e amado povo. O resultado do conluio entre governantes, banqueiros, latifundiários, especuladores imobiliários e outros tubarões, juizes, polícia, empurra as massas pobres para o abismo. Mas também para a luta!!!

A organização do povo pobre, independente, sem se vincular a projetos eleitoreiros de quem quer que seja, atemoriza este Estado reacionário, sua polícia e esse governo de traidores, oportunistas e eleitoreiros. Tremem frente à pespectiva de que as massas famintas do povo, exploradas, mil vezes pisoteadas se ergam, ponham abaixo esse cruel regime e de maneira consciente construam uma nova sociedade de justiça e igualdade.

Por mais tenebrosa que seja a noite o dia sempre vem! Uma Verdadeira e Nova Democracia vai raiar no Brasil pela força incontida das massas pobres de camponeses e operários !!!

Belo Horizonte, 22 de fevereiro de 2005

LIGA DOS CAMPONESES POBRES - LIGA OPERÁRIA

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